segunda-feira, 23 de julho de 2012

Vencendo a síndrome do gafanhoto



Texto: Números 13:1,26-33.
1. INTRODUÇÃO
É lamentável constatar como tantos cristãos vivem dominados pelo complexo de inferioridade, e se encontram esmagados pela baixa auto-estima, com a auto-imagem achatada, e por causa disso, não produzem mais qualquer fruto no reino de Deus.
Há muitas pessoas que vivem amargando e curtindo um profundo sentimento de autorepúdio e desvalor. Há muitos que olham para dentro de si mesmos e enxergam-se com lentes embaçadas e olhos míopes, nutrindo conceitos distorcidos. E assim tornam-se pessoas amargas, que não sentem a vida avançar e progredir.
2. Quem eram os 10 espias de Israel:
Eles eram príncipes, nobres, homens de valor.
Foram escolhidos criteriosamente por serem fortes, inteligentes, líderes.
Representantes ilustres de suas tribos.
Moisés os enviou para conhecerem a terra prometida e depois, com relatos vivos, incentivarem o povo a lutar com bravura na sua conquista.
Eles foram. Passaram lá 40 dias. Ficaram deslumbrados com a exuberância da terra.
Era uma terra fértil, boa, “que manava leite e mel”. Era tudo quanto Deus já havia falado.
Eles voltaram da jornada com os frutos excelentes da terra. Todavia, na hora de dar o relatório, disseram a Moisés que a terra era boa, mas devorava seus habitantes.
Disseram que não conseguiriam entrar lá; pelo contrário, morreriam no deserto, comendo pó, pois lá havia gigantes ameaçadores e imbatíveis.
E, aos olhos deles, eles eram como gafanhotos. Ex. 13:33
3. Como eles se sentiam:
Eram príncipes, mas sentiram-se diminuídos diante dos gigantes.
Eram nobres, mas sentiram-se desprezíveis.
Eram valorosos, mas sentiram-se como PEQUENOS GAFANHOTOS
Foram tomados por um sentimento doentio de auto-desvalorização e, consequentemente, de impotência que chamaremos de SÍNDROME DO GAFANHOTO.
4. Mas o pior em tudo isso foi que eles conseguiram contaminar todo o Israel
Afetaram com seu pessimismo e toda aquela multidão se alvoroçou rebelada contra Moisés, insurgindo-se contra Deus, porque foi envenenada pela síndrome de gafanhoto.
5. Mas o que esta síndrome produz? Vejamos os sintomas desta síndrome do gafanhoto em Nm 13 e 14.
5.1 Senso de fraqueza, Nm 13.31a.
Eles começaram a dizer- “Não poderemos subir…” . Assim eles anularam a Palavra de Deus, duvidaram do seu poder e só enxergaram os obstáculos.
Tiraram os olhos de Deus e só olharam para as circunstâncias adversas. Naufragaram como Pedro no mar da Galiléia; e estremeceram como Geazi, o servo de Elizeu.
5.2 Complexo de inferioridade, Nm 13.31b.
Eles dizem sobre o povo que habitava na terra: “…porque é mais forte do que nós.”
De fato, as cidades que eles deviam conquistar eram grandes. Mas o Deus deles era o Todo-Poderoso.
Mas o medo era tão grande que eles se tornaram mensageiros do Caos (Nm 13.32). O texto diz que: “…. diante dos filhos de Israel infamaram a terra”.
É importante perceber que quando as pessoas estão contaminadas pelo maldito vírus do pessimismo, elas difamam a Deus e dispensam suas bênçãos. Alguns Escarnecem das promessas divinas e se tornam pregoeiros do desânimo.
Em nome de Jesus não permitamos que o desanimo tome conta de nossos corações.
5.3 Baixa auto estima, Nm 13.33a.
Eles diziam: “…e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos”.
Eles eram príncipes, mas se encolheram. Sentiram-se como insetos, sob a bata dos gigantes. De príncipes a gafanhotos, de filhos do rei a insetos.
A Baixa auto estima afeta cristãos, fazendo-os se sentir índigos e incapazes de fazer qualquer coisa no reino de Deus. Muitos deixam de produzir frutos e servir a Deus por causa da Baixa estima.
Não perca mais as oportunidades espirituais que Deus coloca diante de você por causa de uma baixa auto estima.
5.4 Visão distorcida da realidade, Nm 13.33b.
Os espias: “…éramos como gafanhotos aos seus próprios olhos”.
Aqueles espias raciocinaram assim: eles são gigantes, e nós pigmeus; Eles são fortes, e nós fracos; eles são muitos, e nós poucos; eles vivem em cidades fortificadas, e nós no deserto; eles são guerreiros, e nós peregrinos.
Como eles olharam as coisas? Pelo avesso. Enxergaram as coisas como o inimigo queria que enxergassem. Por isso, arrastaram-se no pó, sentiram-se indignos, menos que príncipes, menos do que homens, menos do que gente, menos do que gafanhotos, insetos.
Cuidado: não veja as circunstancias sob a ótica de Satanás, que é uma ótica de derrota, fracasso, pessimismo, desanimo, revolta, e sensação de que tudo esta perdido.
Peça a Deus: “Senhor abre meus olhos para que eu veja esta situação do modo como o Senhor a vê, com uma visão de vitória, e fé que remove montanhas”.
6. OS EFEITOS DA SÍNDROME DE GAFANHOTO
Há uma lista grande de consequências da síndrome de gafanhoto que podem ser encontradas no capitulo 14 de números:
1. Induz o povo ao desespero, Nm 14.1: – “…e o povo chorou aquela noite”. Toda a congregação chorou. Só viram as impossibilidades e não as possibilidades de Deus. Ficaram assombrados, estupefatos, arrasados! Não viram saída! Não enxergaram uma luz no fim do túnel. Para eles não havia solução. Por isso se entregaram ao choro do desespero e da derrota.
2. Induz o povo à murmuração, Nm 14.2a.: “Todos os filhos de Israel murmuravam…” . Na hora das dificuldades, em vez do povo se voltar para Deus como libertador, eles o viram como opressor! Acusaram a Deus, murmuraram contra Ele.
3. Induz o povo à ingratidão, Nm 14.2b.: “…antes tivéssemos morrido no Egito”. O povo, alvoroçado, esqueceu-se da bondade de Deus. Esqueceu-se dos livramentos do Senhor e das vitórias de Deus.
4. Induz o povo à insolência contra Deus, Nm 14.3a.: “E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada…”. Insolência é: atrevimento, grosseria, desaforo. – Contaminados pela síndrome dos gafanhotos, o povo acusou a Deus. Infamaram o Senhor! Insultaram com palavras descaridosas o Deus Todo- Poderoso. Disseram com insolência que Deus era o causador do seu infortúnio e o responsável pela crise que eles estavam vivendo.
5. Induz o povo à apostasia, Nm 14.3b.: “Não seria melhor voltarmos para o Egito?” Não há nada que entristeça mais o coração de Deus do que ver o seu povo arrependido de ter-se arrependido. Nada fere mais o coração de Deus do que ver o seu povo ultrajar a sua graça e querer voltar atrás, sentindo saudades do Egito – do seu passado miserável de trevas e escravidão, como se aquilo tivesse algum lampejo de bondade. Aquele povo enfastiou-se de Deus, da sua direção, da sua companhia e de seu sustento. Eles se esqueceram dos benefícios de Deus e dos açoites dos carrascos egípcios!
6. Induz o povo à amotinação, Nm 14.4.: “Levantemos um capitão e voltemos para o Egito”. O povo, insuflado pelos espias, queria agora outros líderes que os guiassem – mas era de volta para o Egito! Eles se rebelaram contra Deus e rejeitaram o conselho de Moisés, 14.5-10.
7. Induz o povo à rebeldia contra Deus, Nm 14.9a.: “Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor…”. Amar mais o Egito do que o Deus da promessa é rebeldia! Não crer na Palavra de Deus e se intimidar diante dos gigantes deste mundo é rebeldia! Não andar pela fé é rebeldia!
8. Induz o povo à perseguição da liderança instituída por Deus, Nm 14.10.: “…toda a congregação disse que os apedrejassem”. Em vez de obedecer à voz de Deus, o povo rebelde decidiu apedrejar os líderes que Deus havia constituído. Na verdade, eles não queriam mudar de vida obedecendo ao que a liderança estava orientando e, por isso, queriam mudar de liderança.
7. O QUE FAZER QUANDO SE CONSTATA QUE O POVO ESTÁ AFETADO PELA SÍNDROME DE GAFANHOTO?
7.1 Em primeiro lugar é preciso quebrantar-se diante de Deus, Nm 14.5,6.: “Então Moisés e Arão caíram sobre os seus rostos… e Josué e Calebe rasgaram as suas vestes…”
Na hora da crise aguda não adiante discutir, brigar, argumentar, fomentar, jogar uns contra os outros e espalhar boatos. É preciso quebrantamento, humildade, boca no pó.
7.2 É necessário firmar-se nas promessas infalíveis de Deus, Nm 14.7.: – “A terra pelo maio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa”.
Não devemos nos deixar ser influenciados pelos comentários, pelas críticas e pela epidemia dodesânimo. Pelo contrário, é preciso nos arraigarmos na Palavra de Deus e colocar nela toda a nossa confiança.
Aprendamos a não permitir que nossas vidas sejam influenciadas negativamente por palavras negativas.
7.3 É necessário conhecer as estratégias de Deus para a vitória, Nm 14.8,9.: “Se o Senhor se agradar de nós, Ele nos fará entrar nessa terra…” – v.8.
Nestas horas precisamos confiar no Senhor, e confiar na sua estratégia. Josué precisou confiar na estratégia que Deus estava lhe dando de andar por 07 vezes em torno das muralhas de Jericó. Naamãprecisou confiar na ordem que Deus lhe dava para mergulhar 07 vezes no rio Jordão para ser purificado.
Pergunta ao Senhor acerca de qual é a estratégia de vitória que Ele estabeleceu para esta situação em tua vida.
8. CONCLUSÃO
Como esta sua vida neste instante? Como você está se sentindo? Você é príncipe ou gafanhoto?
Lembre-se que Deus tem filhos aos quais Ele deu posição de príncipes. Seus filhos são príncipes porque Ele é o Rei. E a terra prometida é o lugar onde os filhos, os príncipes de Deus devem viver!
Portanto, é hora de tapar nossos ouvidos às vozes agourentas do pessimismo e nos erguer com santa ousadia para uma vida vitoriosa. É preciso erradicar do coração esta semente maligna da síndrome de gafanhoto!
E Há 3 princípios de Deus que você não pode esquecer:
Primeiro: você não é o que pensa que é.
Segundo: você não é o que as pessoas dizem que é.
Terceiro: você é o que Deus diz que você é.

Vencendo o Complexo de Inferioridade

 “Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices; diga o fraco: Eu sou forte”. (Joel 3:10) Por que pessoas inteligentes, bonitas, criativas, bem articuladas fracassam? Uma das causas é o complexo de inferioridade que elas nutrem dentro de si. Segundo o calculo do escritor Maxwell Maltz, 95% de todas as pessoas em nossa sociedade sentem-se inferiores. 1) Dicas para vencer o complexo de inferioridade: 1. Viva consciente da sua identidade como filho de Deus. Você é príncipe porque o seu pai é o Rei da Glória (Rm 8:14;. Mt 6:9). 2. Não confunda amor próprio com atitude de superioridade, vontade própria obstinada ou orgulho (Mc 12:31). 3. Maximize o seu potencial (Mt 25:15). 4. Afirme para você mesmo eu fui criado à imagem e semelhança de Deus, tenho capacidade intelectual, liberdade para fazer escolhas, conhecimento do que é certo e errado. Eu tenho valor para Deus. 5. Feche os ouvidos do teu coração para as palavras negativas que visam destruir sua auto-imagem e estima. 6. Vença os pensamentos “de inferioridade” recitando textos das Escrituras (1Co 15:10; Fp 4:11-13; Sl 8:4,5; 91:11; Jr 29:11). 7. Nunca diga “não valho nada, sou um fracasso” porque isso não é verdade. Você nasceu com potencial para ser um vencedor. 8. Tenha alvos na vida e estabeleça metas para alcançá-los. 9. Seja uma pessoa que aceita desafios, que não tem medo de assumir riscos com responsabilidade. 10. Supere suas limitações com dedicação, esforço e determinação. Pense como o apóstolo Paulo: “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece”. (Fp 4:13) 11. Não meça o seu valor com base no que os outros pensam a seu respeito. “E uma voz dos céus disse: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. (Mateus 3:17) Jesus nunca mediu seu valor com base no que as pessoas pensavam e diziam a seu respeito. Se ele tivesse feito isso, com certeza ele seria um fracasso, um homem sem uma grande história. Se você quer medir o seu valor, faça uma auto avaliação usando como referência aquilo que diz as Escritura a seu respeito. Pr. Josué Gonçalves Fonte: Esboços de Sermões

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Confiamos Na Força Dele E Não Na Nossa



"Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR
vem a vitória" (Provérbios 21:31).


Durante a Segunda Guerra Mundial, o General Creighton Abrams
e seu comando foram cercados pelo inimigo pelo leste, oeste,
norte e sul. O General Abrams falou: "Cavalheiros, pela
primeira vez na história desta campanha, estamos agora em
condições de atacar o inimigo em qualquer direção".


Como encaramos as dificuldades que estão à nossa frente? Com
desânimo, queixas e pessimismo ou como um desafio que pode
ser vencido se a nossa fé estiver colocada no Senhor que nos
prometeu vitória em qualquer situação?


Muitas vezes o Senhor permite que passemos por sérios
problemas exatamente porque percebe que necessitamos ter uma
verdadeira experiência em nossa vida espiritual. As lutas
nos ensinam a cultivar esperança e fé e nos aproximam de
Deus.


Com a nossa confiança fortalecida em Cristo, passamos a
encarar os reveses da vida de maneira diferente e, de
maneira definitiva, passamos a ser cristãos muito mais
dedicados.


Não podemos e nem devemos ver o mundo e suas crises com
olhar humano. Sempre nos julgamos fracos para enfrentar as
agruras do dia-a-dia. Porém, se os nossos olhos estiverem
fixos na força do Senhor, todos os obstáculos serão pequenos
e, no nome de Jesus, conseguiremos ultrapassá-los.


O comandante de nossa ilustração poderia encarar a situação
como o princípio de uma provável destruição, mas,
estimulando seus comandados, usou-a como ponto de partida
para uma grande e fabulosa vitória.


Se você está enfrentando lutas em sua vida, creia que serão
fundamentais para alcançar seu sucesso e felicidade. O
Senhor estará ao seu lado... sempre.

ANÔNIMO

"Então, propuseram dois: José, chamado Barsabás, cognominado Justo, e Matias." (Atos 1:23 ARA) Se alguém puder me ajudar eu agradeço. Procurei intensamente e não encontrei nenhuma menção de Matias antes desse versículo, nem com nomes equivalentes (era comum na época ter dois nomes). Pelo menos na Bíblia não encontrei nada. Quem era esse irmão e para onde foi depois disso? Tão anônimo era antes quanto ficou depois, pois some no verso 26 e não se encontra mais. Se lermos os versículos 21 e 22 vamos ver os critérios de escolha que apontaram para Matias e então aprendemos algumas riquezas. Ele andou com Jesus desde o início e testemunhou sua ascenção, desde o batismo de João. Ou seja, era um daqueles que sempre esteve ali mas nunca se destacou. Meu irmão, eu já perdi ovelha na igreja por muito muito menos do que isso. Por não ter mais um cargo, por mudarem os tapetes, por cada coisa simples. Esse Matias não era um dos 12, talvez fosse o 13º ou o 70º dos 70, mas estava lá e não desistiu. O dia dele chegou, afortunadamente, mas poderia nem ter sido ele o escolhido e sim o tal do José Barsabrás, que, por sinal, preencheu os mesmos requisitos e não foi escolhido. Meu Deus, os caras estavam lá fazendo tudo certo e ficaram anonimos, totalmente despercebidos dos historiadores, sem qualquer registro ou reconhecimento. Querido, isso me ensina muito, mas muito mesmo, sobre humildade e foco. Se fazemos as coisas para nossa satisfação ou alegria das pessoas, desistiremos. Não importa se somos reconhecidos, se alguém nos agradece, se temos cargo, se somos remunerados, se há qualquer coisa que nos tire do anonimato. NAO IMPORTA. Se estamos bem com Deus e focados na missão, basta seguir em frente. Eu comecei escrevendo devocionais para uns 200 assinaturas que hoje são milhares e confesso que, às vezes, recebo 8 ou 9 comentários de quase 70.000 pessoas. Não importa, o recado está sendo dado e a voz do Espírito no meu ouvido continua dizendo "não pare". Meu irmão, ouça isso: não pare por falta de reconhecimento. Esqueça as opiniões das pessoas e faça para Deus. "Pai, obrigado por que o Senhor é o que me basta tanto para ser reconhecido como para prosseguir. Só dependo de Ti. Se o Senhor estiver comigo eu prossigo." Mário Fernandez Deixe o seu comentário no site: http://www.ichtus.com.br/dev/2012/07/15/anonimo/

sábado, 7 de julho de 2012


Você Tem Valor
"... Não tendes vós muito mais valor do que elas?" (Mateus
6:26)


F. W. Farrar conta sobre quando, por um acaso ou providência
divina, enquanto andava nas ruas de Chicago, Dwight L.
Moody, um menino ignorante, maltrapilho e descalço,
encontrou o caminho para uma Escola Bíblica. Ele era muito
tímido e nervoso, e os outros meninos riam dele por não
conseguir encontrar as passagens na Bíblia. O professor
observou seu embaraço e, com gentileza e muito tato,
ajudou-o a encontrar as citações bíblicas. Se não fosse
aquela atitude de amor e simpatia, uma brilhante e memorável
carreira poderia ter sido perdida para o mundo.


Grandes e valiosos tesouros podem estar escondidos em uma
pessoa aparentemente débil e sem valor. Às vezes o nosso
julgamento precipitado e total indiferença, sepulta grandes
talentos que grandes benefícios poderiam trazer para todos
nós.


Eu poderia escrever aqui sobre os valores que não
conseguimos enxergar nas pessoas que estão ao nosso redor,
porém, prefiro escrever sobre os valores que não enxergamos
em nós mesmos.


O nosso pessimismo ou a falta de persistência na busca de
nossos sonhos e ideais, muitas vezes, impedem que
descubramos o quanto somos importantes para Deus, para os
nossos amigos e para a nossa própria vida. Somos filhos de
Deus, somos pessoas valiosas no contexto de nosso mundo,
temos potencial para fazer grandes coisas, no poder e no
nome de nosso Senhor Jesus Cristo.


Ele nos separou; Ele confia em nós; Ele quer usar-nos para
grandes transformações; e, com muita timidez e pessimismo,
achamos que não somos nada, que nada sabemos fazer, que
valemos menos que os demais ao redor.


Isso não é verdade! Temos, sim, muito valor! A força não é
nossa, o dom não é nosso, a competência não é nossa, as
palavras não são nossas; tudo vem de Deus, e tudo deve ser
feito para a glória e para a honra dEle.


Moody era um menino insignificante. Riam de sua timidez e
vergonha. E hoje, a história o retrata como um dos maiores
personagens da evangelização mundial.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O Que Oferecerei?



"Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai,
e dou a minha vida pelas ovelhas" (João 10:15).


Um capelão estava conversando com um soldado que se
encontrava em um leito de hospital. "Você perdeu um braço na
grande causa", disse o capelão. "Não", disse o soldado com
um sorriso. "Eu não o perdi -- eu o dei". Do mesmo modo,
Jesus não perdeu Sua vida. Ele a deu intencionalmente. Ele
morreu para que tivéssemos o perdão dos pecados e para que
fôssemos para o Céu.


Feliz aquele que abriu seu coração para o Senhor e pode
contar com Sua companhia. Ele é nosso melhor Amigo, nosso
ajudador, o Guia que nos conduz por veredas de esperança.


Ele ofereceu Sua vida santa por nós. Morreu na cruz para nos
dar vida abundante. Enfrentou momentos de grande angústia
por nos amar. Nele temos a paz verdadeira e a vida eterna.
Ele é o nosso Deus, o nosso Consolador, o nosso Salvador.


E o que estamos dispostos a oferecer a Ele? Até que ponto
estamos prontos a renunciar aos nossos interesses? Que lugar
Ele tem ocupado em nossas vidas? Já lhe dissemos, alguma
vez, "muito obrigado, Senhor"?


Eu quero lhe dar o meu sorriso, a minha alegria, o melhor
momento de meu dia, a minha confiança em qualquer situação.
Eu quero que Ele saiba que nada faço sem que Ele me oriente,
que preciso dEle para tudo o que realizo, que é meu
inspirador, a firmeza que move meus pés, o amor que me faz
estender as mãos.


Não me cansarei de dizer "obrigado, querido Jesus". Minha
vida é outra, muito melhor, muito mais agradável, muito mais
prazerosa, desde que eu o aceitei em meu coração. Também
direi até o último de meus dias, "Senhor, tu és o grande
motivo de minha felicidade".


Que grande privilégio, Senhor, estar contigo!

VIDA SEM DEUS

"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." Is.55:6



Cena 1

Cena 2

Cena 3

Cena 4

Cena 5

Cena 6

Cena 7

Cena 8

Cena 9

Cena 10

Cena 11

Cena 12

Cena 13

Cena 14

Cena 15

Cena 16

Cena 17


Uma Vida com Deus ...

Cena 20

Cena 21

"Respondeu-LHE Jesus: Eu sou o Caminho,
ea Verdade ea Vida;
Ninguem VEM AO Pai senão POR MIM ".
(João 14,6)

Porqué, QUALQUÉR Que de Mim e das Minhas
Palavras si envergonhar, DELE SE envergonhará o Filho
fazer Homem, quando vier NA SUA Glória,
e nd do Pai e dos santos Anjos.
(Lucas 9:26)