sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Um Laço De Felicidade... Perpétuo

"Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa
alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua,
dando-vos as firmes beneficências de Davi" (Isaías 55:3).


"Quando você alcançar o fim de sua corda, amarre um laço e
agarre-se." (Franklin D. Roosevelt)


Quantas vezes já enveredamos por caminhos enganosos
simplesmente porque achamos que ali poderemos encontrar o
"fim de nossa corda". Caminhamos para aqui, prosseguimos
para lá, subimos e descemos várias vezes e... nada!
Acompanhamos o que julgamos ser a nossa corda de bênçãos,
mas ela não nos leva a lugar algum. O que encontramos são
tristezas, angústias e decepções.


Existem muitos tipos de cordas -- algumas nos levam aos
vícios, outras nos levam ao desespero, outras nos levam à
morte espiritual. Não queremos nenhuma delas. Não são as
nossas cordas; não nos interessamos por nenhuma delas; não
desejamos seguir a direção que nos mostram.


A corda que nos foi preparada por Deus é diferente. Ela nos
encanta, nos estimula, nos faz sorrir e cantar, nos enleva a
alma, nos conduz a lugares de delícias e felicidade. É essa
corda que queremos seguir... é dela que não poderemos nos
desviar... é ela que enche de júbilo o nosso coração.


Ela nos é entregue pelo Senhor Jesus. Ele nos manda
segurá-la e caminhar a seu lado. Ele nos acompanhará por
todo o percurso para que não sejamos enganados por outras
cordas do caminho. Seguindo-a estaremos seguros, estaremos
protegidos.


Eu segui a esta corda com grande gozo e determinação. Eu me
amarrei a ela. Enlacei-me nela. Jamais irei soltá-la. Fiz um
laço e uma aliança... para sempre!


Você já achou sua corda de bênçãos? Já se agarrou a ela?

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

FAZENDO MISSÃO EM ORAÇÃO: Sobre Frangos, iPhones, e Sabedoria

FAZENDO MISSÃO EM ORAÇÃO: Sobre Frangos, iPhones, e Sabedoria: Eu estava a caminho da reunião na nossa igreja no Soweto, no início desse ano, quando passamos por esse comerciozinho à beira da rua: P...

A Lascívia: O Poço de Pecado


por Ronny E. Hinds
Dela, pouco se fala.  Ao lermos o texto, passa despercebida.  Talvez achemos difícil pronunciá-la. Deve ser realmente terrível, perversa, corrupta.  Mesmo ao pronunciá-la, sentimos que precisamos do famoso sabão na boca para limpá-la.  Na verdade, é o poço do pecado.

Se você se sente assim com respeito a essa palavra, então fico contente.  É pelo menos um indício de que a sua vida não está sendo corrompida pela lascívia.  Isso porque a lascívia opõe-se diretamente à vergonha do pecado.  É o pecado que se esqueceu de como "ficar vermelho".  É um procedimento desavergonhado ­ sem limites, sem impedimentos, avançando apressadamente sem restrições.  Se alguma vez você montou um cavalo em disparada, talvez você entenda o sentido disso.  A todo vapor, fica extremamente difícil controlá-lo.  Ele corre, avançando para onde quer.

Paulo nos passa essa acepção da palavra quando escreve:  "Os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução" (Efésios 4:19).  São aqueles que perderam a capacidade de "sentir" o grau da gravidade de seu pecado.  O pecado deles não os incomoda mais, e pouco lhes importa quem tome conhecimento.  A Versão Revista e Atualizada usa a palavra "insensíveis".  Examinando o contexto desse texto, podemos observar expressões como:  a vaidade dos pensamentos, obscurecidos de entendimento, ignorância, dureza de coração.  Claramente, a pessoa não está pensando com clareza.  O discernimento entre o certo e o errado ficou escurecido e o pensamento enganoso tomou o comando.  Isso no fim resultará na incapacidade de enxergar o erro. Parecerá que está bem, e aceitável ­ "todo o mundo faz".

A palavra carrega a noção de "licença". Ela transmite a idéia de que uma pessoa dissoluta é alguém que crê ter o direito de fazer o que faz. Em Gálatas 5, Paulo levanta a questão da liberdade. "Para a liberdade foi que Cristo nos libertou" (5:1). Mas ele adverte: "Não useis da liberdade para dar ocasião à car-ne" (5:13). Liberdade não é libertinagem. Liberdade implica policiar-nos ­ restrin-gindo-nos, controlando-nos. Não há lugar para cavalos em disparada aqui.

Propositadamente evitei de fazer qualquer aplicação.  Agi assim porque quis pintar um quadro o mais abrangente possível do significado dessa palavra.  Claro está que sua aplicação encontra-se sobretudo no âmbito dos pecados sexuais ou sensuais.  É conhecida pelos seus companheiros: orgias, bebedices, promiscuidade sexual (Romanos 13:13); impurezas, fornicação (2 Coríntios 12:21); concupiscências (1 Pedro 4:3).  Mas não posso deixar de ressaltar que esses textos, assim como Gálatas 5, mostram pecados como contendas, ciúmes, iras, dissensões, facções, maledicências, difamações, arrogâncias, idolatrias.

Enfim, estou dizendo que a dissolução é a base de muitos pecados.  A dissolução, embora seja um pecado específico, deve ser vista como uma postura que temos para com os nossos pecados ­ sexuais ou de outra ordem.  Pode ser designada como uma postura "não-me-importa/não-quero-nem-saber".  O coração ciumento e a língua difamadora não encontram raízes na cegueira ilimitada no que diz respeito à culpa verdadeira desses pecados?  "Se eu fizer, não é fofoca."  O que semeia contenda e dissensão não tem a vaidade de pensamentos em que encontram apoio para agir como agem?  Não se envergonham desse procedimento desavergonhado.  São arrogantes e voluntariosos por causa da dureza de seu entendimento.  "O meu caso é justo."  O que fomenta a falsa religião nem pensa em redecorar a casa de Deus.  O cavalo segue solto, galopando!

É impressionante que, na tentativa de se livrarem da culpa e da vergonha, tornam-se escravos da pior espécie.  Enganados e seduzidos pelos seus desejos, são como escravos do barco amarrados aos remos de seus desejos ­ remando em direção às suas concupiscências.  Pedro fala dos falsos mestres que "proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens . . . prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor" (2 Pedro 2:18-19).

Que devemos fazer?  Seria de grande ajuda fazermos um estudo cuidadoso e refletido de 2 Pedro 2.  Esse texto trata desse pecado mais que qualquer outro capítulo da Bíblia.  Também precisamos ouvir a Pedro em , quando diz que o mundo "estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão".  Nossas vidas devem ser diferentes.  Paulo afirma:  "Já é hora de vos despertardes do sono . . . deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz . . . Andemos dignamente . . . e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências" (Romanos 13:11-14).  Evitar esse pecado não acontecerá por acaso.  Requer consciência, esforço concentrado de nossa parte.  E, se nos encontrarmos envolvidos nele, devemos saber que podemos ser perdoados.  Arrependa-se! (2 Coríntios 12:21)

Soldado Ferido o Hino


Muitas Corridas, Uma Após Outra



"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação,
perseverai na oração" (Romanos 12:12).


"Perseverança não é uma corrida longa; São muitas corridas
pequenas, uma após outra." (Walter Elliott)


Muitas vezes perdemos a batalha contra a persistência porque
cremos que precisamos vencer o primeiro embate. Mas a luta
não acaba na primeira derrota, nem na segunda, nem na
terceira... Ela só terminará quando experimentarmos a
vitória! Não podemos desistir na primeira queda, nem na
primeira frustração, nem na primeira decepção. Precisamos
nos levantar, nos encher de esperança e coragem, de otimismo
e fé. Mesmo que a tempestade nos apresente muitos dias de
raios e trovoadas, devemos confiar que, mais adiante, o sol
estará novamente brilhando.


Cada corrida rumo a uma conquista nos fortalece e edifica.
Nossos músculos espirituais irão adquirir resistência, nossa
confiança se renovará, nosso relacionamento com Deus se
tornará mais íntimo, o júbilo de nossos corações aumentará
mais e mais.


Cada percurso dessas corridas é diferente um do outro.
Alguns são simples, outros sinuosos, uns são curtos, outros
longos, em alguns temos companhia, em outros seguimos
sozinhos. Porém, em todos eles podemos contar com a ajuda do
Senhor. Ele estará ao nosso lado para nos amparar nas
quedas, para nos consolar nas frustrações, para nos
estimular em momentos de desânimo, para nos encorajar quando
a angústia nos deixar abatidos, para aplaudir e nos abraçar
quando cruzarmos a linha da vitória final.


Se você se encontra desconsolado por perder uma corrida, ou
duas, anime-se! Comece a terceira... e outras mais. Você é
mais do que vencedor e é possível que o Senhor Jesus esteja
apenas esperando que sua vida se torne forte o suficiente
para vencer a maior de todas as corridas. Se Ele pretende
lhe dar uma grande vitória, primeiro lhe preparará para
isso. Ele sempre exige mais daqueles a quem deseja abençoar
muito. Provavelmente você é uma dessas pessoas de quem Ele
espera grandes coisas.


Persevere... Sua vitória será grandiosa!

"Halloween"


No dia 31 de outubro muitas pessoas irão participar de festas de "Halloween", popularmente chamado de "Dia das Bruxas" no Brasil. Mas essa festa aparentemente inocente tem estreita ligação com práticas ocultistas, mesmo que muitos não percebam isso.

Sua origem data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte" em 31 de outubro. Isso acontecia na cerimônia "Samhain" durante o festival de inverno, na qual eram oferecidos sacrifícios humanos. Essa prática ancestral foi sofrendo alterações com o passar do tempo. A Igreja Católica posteriormente tentou cristianizar o "Samhain ", declarando o1º de novembro como o Dia de Todos os Santos e o 2 de novembro com o Dia de Finados, sendo que em ambas as datas os mortos eram lembrados.

Nos Estados Unidos essa festa é muito comum e tem forte apelo comercial, sendo também tema de vários filmes de horror. A imagem de crianças vestidas com fantasias "engraçadinhas" de bruxas, fantasmas e duendes, pedindo por doces e dizendo "gostosuras ou travessuras". Há algum tempo, o Brasil tem se deixado influenciar por muitos aspectos que não fazem parte de sua cultura e tem celebrado essa festa em escolas, clubes e até em shopping centers.

Diante dessa realidade, devemos nos questionar: Halloween está relacionado às práticas ocultistas modernas?

Mesmo que hoje em dia Halloween seja comemorado de uma maneira inocente por muitos jovens, ele é levado a sério pela maioria das bruxas, membros do movimento neo-pagão e ocultistas em geral. Antes de continuarmos, devemos destacar que a associação histórica e contemporânea do Halloween com o ocultismo causaram uma espécie de "efeito híbrido" na maior parte da sociedade, de modo que a comemoração do Halloween não é, necessariamente, uma prática totalmente inocente. Ao ler vários relatos sobre o Halloween, pode-se ficar impressionado com o grande número de práticas de superstições e de adivinhação envolvidas com ele. Algumas das superstições e todas as práticas estão relacionadas com o ocultismo.

É preocupante o quanto as superstições podem controlar ou dirigir a vida de uma pessoa de maneiras terríveis. Mais ainda, as verdadeiras práticas de adivinhação sempre trazem conseqüências. Na verdade, desde as décadas finais do século dezenove, o Halloween tem sido lembrado como um período "para se usar amuletos, lançar maldições e se fazer adivinhações"[1]. Como já dissemos, isso está relacionado aos antigos druidas, pois o "Samhain" marcava o início de ano novo, o que resultou num interesse em adivinhações e previsões sobre o que o próximo ano traria.

A origem do Halloween data de tempos antigos, quando os druidas (magos de origem celta) realizavam cerimônias de adoração ao "deus da morte" ou ao"senhor da morte" em 31 de outubro.

No Halloween se cria (e ainda á assim em certos lugares) que seguir um ritual em particular pode fazer com que a imagem do seu futuro cônjuge apareça atrás de você: "Muitas crenças surgiram sobre como invocar a imagem do futuro esposo ou esposa de alguém. As garotas criam que caso alguém ficasse diante do espelho, comendo uma maçã, à meia-noite, a imagem de seu futuro esposo apareceria de repente diante dela. Se nenhuma imagem aparecesse, isso significava que a garota ficaria solteirona".[2]

No sul dos Estados Unidos há um costume baseado na crença dos druidas de que o desespero de uma vítima de sacrifício humano podia revelar previsões para o futuro. "Punha-se fogo numa tigela com álcool, e atirava-se no fogo ‘oferendas’ tais como figos, cascas de laranja, passas, castanhas e tâmaras envoltas em papel alumínio. A garota que tirasse a melhor das oferendas do meio do fogo iria conhecer seu futuro esposo dentro de um ano".[3]

A preocupação com tais atividades pode ser vista na seguinte declaração do Livro Americano dos Dias (American Book of Days): "Vários meios de adivinhação do futuro eram usados no Halloween e os resultados eram aceitos com toda seriedade"[4]. Em outras palavras, quando estamos lidando com tentativas sérias de adivinhar o futuro – seja em relação ao futuro em geral, ao futuro cônjuge, ou sobre a vida e a morte - as conseqüências na vida das pessoas podem ser muito maiores do que simples brincadeiras.

Hoje em dia outras práticas ocultistas estão presentes no Halloween. Em New Orleans o "Museu do Vodu apresenta normalmente um ritual de Halloween no qual as pessoas podem ver rituais de vodu reais"[5]. Na cidade de Salem, estado de Massachusetts, um festival de Halloween acontece de 13 a 31 de outubro incluindo uma mostra de parapsicologia.[6]

Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial. Um livro conhecido sobre o movimento neo-pagão relata o seguinte sobre esses dias importantes de celebração da bruxaria: "As grandes cerimônias de sabbat são: o ‘Samhain’ (Halloween), o Ano-Novo celta (nesses dias acredita-se que os portais entre os mundos estão enfraquecidos, e então ocorrem contatos com os ancestrais), ‘Oimelc’ (1º de fevereiro, festival da purificação de inverno)... ‘Beltane’ (1º de maio, o grande festival da fertilidade)... diferentes linhas da bruxaria... tratam esses festivais de maneiras diversas. Mas quase todas as linhas celebram pelo menos o ‘Semhain’ e o ‘Beltane’"[7]. Algumas bruxas tiram o dia de folga de seu trabalho para comemorarem essa data especial para elas, enquanto outras chegaram a tentar o fechamento das escolas para a comemoração desse grande sabbat.

Muitos grupos satânicos também consideram o Halloween uma noite especial, em parte porque ele "tornou-se o único dia do ano em que se acredita que o diabo possa ser invocado para revelar os futuros casamentos, problemas de saúde, morte, colheitas e o que acontecerá no próximo ano"[8]. Na verdade a bruxaria e o satanismo têm certas semelhanças[9]. Mesmo que sejam coisas distintas, e mesmo que se dê legitimidade às declarações do movimento neo-pagão que desdenha o satanismo, devemos lembrar o claro ensino bíblico de que o diabo é a fonte de poder por trás da bruxaria e de todas as formas de ocultismo[10]. A ex-bruxa Doreen Irvine declara: "a bruxaria negra não está distante do satanismo... Praticantes da bruxaria negra têm um grande poder e não devem ser subestimados... Eles podem até exumar covas recentes e oferecer os corpos em sacrifício à Satanás".[11]

Na bruxaria moderna o Halloween também é considerado uma noite especial.

Além disso tudo, o costume de pedir balas e doces fantasiados de bruxas, vampiros, fantasmas, etc., que é comum nessa festa, está relacionado com os espíritos dos mortos na tradição pagã e até católica. Por exemplo, para os antigos druidas "os espíritos que se acreditava andarem de casa em casa eram recepcionados com uma mesa farta para um banquete. No final da refeição, os habitantes da cidade fantasiados e com máscaras representando as almas dos mortos iam em procissão até os limites da cidade para guiar os fantasmas para fora".[12] As máscaras e fantasias usadas no Halloween podem ser relacionadas também com a tentativa de certas pessoas de se esconderem para não serem vistas participando de cerimônias pagãs ou ,como no xamanismo e em outras formas de animismo, mudar a identidade de quem as usa para que possa se comunicar com o mundo espiritual. As fantasias podem ser usadas também para afugentar espíritos maus.

Depois de fazermos essas considerações sobre o assunto, tendo em vista que o Halloween está associado a práticas de bruxaria e ocultismo, devemos analisar qual deve ser nossa atitude em relação a essa festa, que mesmo sendo vista secularmente como um passatempo tem implicações sérias.

Devemos nos perguntar: Que princípios bíblicos devem ser usados para discernir esse assunto?

As Escrituras nos dizem que o homem espiritual julga todas as coisas e que no futuro irá também julgar os anjos. Então somos competentes o suficiente para julgar assuntos triviais agora (1 Coríntios 2,15; 6.3). Se julgarmos todas as coisas e retermos o que é bom, abstendo-nos de toda forma de mal, estaremos cumprindo com nossa obrigação (1 Tessalonicenses 5.21,22). Então vamos examinar esse assunto para chegarmos a uma posição bíblica sobre o Halloween.

Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas. Tanto o Antigo como o Novo Testamento fazem referência às práticas de bruxaria, encantamentos, espiritismo, contatos com os mortos, adivinhações e assim por diante – e todas essas coisas estão potencialmente ligadas ao Halloween.

"Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles. Eu sou o SENHOR, vosso Deus" (Levítico 19.31).

"Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; ... Porque estas nações que hás de possuir ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR, teu Deus, não permitiu tal coisa" (Deuteronômio 18.10,11,14) .

Se na celebração de Halloween existem atividades envolvendo práticas genuinamente ocultistas, as Escrituras são claras em afirmar que devem ser evitadas.

"[Rei Manassés de Judá] queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o SENHOR, para o provocar à ira" (2 Crônicas 33.6).

Em nenhum lugar na Bíblia vemos essas coisas como sendo aceitáveis diante de Deus. À luz desses versículos, ninguém pode argumentar logicamente que a Bíblia apóia tais práticas. (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br)

Notas

  1. Becky Stevens Cordello, Celebrations (Butterick Publishing, 1977) p.112.
  2. Joseph Gaer, Holidays Around the World (Boston: Little Brown & Co, 1955) pp. 155-156.
  3. George William Douglas, The American Book of Days p.543
  4. Douglas p.539
  5. Sue Ellen Thompson and Barbara W. Carlson, Holidays, Festivals and celebrations of the World Dictionary (Detroit, MI: Omnigraphics Inc, 1994) p.132
  6. Jennifer DeCoursey "Monster Events for Marketers" Advertising Age, Oct, 16, 1995, pp.1,40., p.41
  7. Margot Adler, Drawing Down the Moon: Witches, Druids, Goddess-worshipers and other Pagans in America Today (New York: The Viking Press, 1979) P.108.
  8. Father Andy Costello, "Sin is a Boomerang" U.S. Catholic, Nov 1992, p.38
  9. A ênfase é divergente, das bruxas na natureza e do satanismo em Satanás, existem também certas diferenças nos rituais, etc. Essas divergências não podem ofuscar as semelhanças quanto ao poder, desenvolvimento parapsicológico, visão anti-cristã do mundo, uso de espíritos, uso do mal, e assim por diante.
  10. Qualquer estudo bíblico sério sobre demonologia revelará que Satanás é o poder por trás das falsas religiões, da bruxaria, da idolatria e do ocultismo.
  11. Doreen Irvine, Freed from Witchcraft (Nashville: Thomas Nelson, 1973) pp. 94-95.
  12. Robert J. Myers Celebrations: The Complete Book of American Holidays (Garden city, new York: Doubleday & Co. 1972, p.259

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Destruir

"O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." (João 10:10 ARA)

Destruir é um conceito interessante se analisado a contento. Tem a idéia de pegar algo que tem uma certa estrutura e desfazer, reduzindo algo ao imprestável, sucata, resíduo. É um processo de transformação, portanto. O ladrão veio roubar (levar embora), matar (tirar a vida) mas também veio para reduzir à ruína completa o que não for levado.

Note o retrato da vida de pessoas ao nosso redor e perceberá a distinção. Estão vivas (ao menos fisicamente), tem muitos bens (não foram roubadas) MAS estão destruídas, trituradas, moídas - em seus casamentos, relacionamentos, emoções, realizações.

Lembre-se disso quando tomar suas decisões diárias, pois talvez para alguns não seja difícil manter-se sem ser roubado ou preservar sua vida da morte. Mas escapar da destruição talvez seja um tema mais complexo. Quem nunca teve nada não pode ser roubado, mas pode ser destruído.

Nestes últimos tempos, o foco da destruição é o Reino de Deus na Terra, que é sombra do Reino vindouro que não pode ser tocado nem destruído. Perceba os ataques à imagem pública da igreja e aos seus líderes. Note o descrédito crescente acerca do povo de Deus. Note a crescente quantidade de pessoas que são ex-servos de Deus (quase um paradoxo para um Reino Eterno). Vamos deixar a semente do Eterno ser destruída, assistindo à margem?

Eu quero fazer minha parte discipulando e fortalecendo todos aqueles que estão sendo afetados pela destruição dos valores deste mundo e que afetam nossas vidas. Não vou assistir sentado o inimigo deitar e rolar em cima daqueles que por algum motivo estão mais fracos ou expostos. Vou fazer a minha parte e se cada um fizer mais um pouquinho podemos, sim, mudar alguma coisa.

"Senhor, o ladrão prefere destruir o que não consegue roubar do que deixar para trás. Não quero ter parte nisso, nem ativa nem passiva. Fortalece-me para que eu seja relevante."

Mário Fernandez

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